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Resumo ITIL v3 – Parte 1

E este é o resumo do começo dos meus estudos em ITIL. Lembrando que essa é uma visão baseada em anotações e nas vídeo-aulas pelas quais tenho estudado, então as informações podem (espero que não, rs) estar erradas ou incompletas.

O ITIL (Information Technology Infrastructure Library) é um framework que foca no gerenciamento de serviços de TI.

Aqui cabe a definição de serviço (irei utilizar a definição que existe no glossário do ITIL e depois a minha):

– Serviço (ITIL): Um MEIO de fornecer algo que um cliente perceba como tendo certo VALOR, facilitando a obtenção de resultados que os clientes desejam, SEM que eles tenham que arcar com a propriedade de determinados custos e riscos.

– Serviço (Própria e bem-humorada): “Dá teu jeito de me entregar algo que me traga dinheiro e eu não quero me preocupar como você vai fazer isso” (cliente falando).

As palavras-chave são MEIO e VALOR, o que remete ao próprio conceito do ITIL de ser um GUIA DE MELHORES PRÁTICAS, e não uma metodologia (este é compartilhado com o Cobit por exemplo, ambos não são metodologia), ou seja, o ITIL não é um passo-a-passo e sim um guia, ele pode ser adotado e DEVE ser adaptado a realidade do cliente. Há uma frase inclusive referente a isso: “Na ITIL TUDO pode, NADA deve”.

Os Desafios da TI segundo ITIL:
– Alinhar os serviços de TI com as necessidades de negócio (ponto comum em TODOS os frameworks e ferramentas de governanção de TI).
– Gerenciar a complexidade dos diversos ambientes de TI. (Ponto em comum com o Cobit)
– Através da TI gerar resultados para o negócio (ROI – Retorno sobre Investimento).
– Melhorar a qualidade e redução de custos da prestação de serviços no longo prazo.

Soluções segundo a ITIL:
– Compreender as necessidades do negócio. (Ponto que pode parecer óbvio mas precisa ser explicitado pois se um desafio é alinhar a TI com o negócio uma das soluções é a compreensão máximo deste negócio)
– Se relacionar DIRETAMENTE com as áreas do negócio.
– MEDIR a contribuição da TI ao negócio. (Em geral TODAS as ferramentas de governanção possuem tal ponto em comum, pois é necessário mensurar o quanto a TI está conseguindo atingir os resultados esperados)
– Prover SERVIÇOS da TI para a organização. (Palavra-chave: SERVIÇOS)
– Manter os serviços estáveis e confiáveis.
– Orientar a organização por processos (são 26 processos na ITIL).

Resumo Cobit – Parte 1

Bom, nos meus estudos tenho feito algumas anotações e resolvi criar posts no blog com os resumos para poder tanto consultar como tentar colocar em palavras já praticando o assunto estudado.

O Cobit (Control Objectives for Information and Related Technology) é uma ferramenta que surgiu em meados da década de 90, mais especificamente em 1994 como ferramenta para auditoria de TI, depois crescendo e se tornando ferramenta de governança de TI. Ele é um framework integrador, ou seja possui dentro dele vários tópicos que são abordados em comum com outros frameworks como ITIL, CMMM e PmBOK.

Possui como características, ser focado no negócio (como todas as ferramentas de governança de TI), ter como base processos (34 ao todo dividido em 4 áreas), uma estrutura de controles de objetivos e uso de métricas e metodologias de maturidade.

O Cobit não é uma METODOLOGIA, pois ele não mostra como atingir os resultados mas sim o que precisa ser feito para atingi-los.

Dentre os desafios do Cobit encontram-se:
– Alinhamento do negócio com a TI: ponto de certa forma óbvio mas que ainda é um desafio no cenário de TI, pois muitas vezes a área entrega algo diferente do solicitado por N motivos.

– Manter TI funcionando

– Entregar valor ao cliente

– Gerenciar os custos e a complexidade de TI: como a área sofre evoluções constantes é preciso gerenciar os diversos ambientes e problemas que podem surgir em termos de integração.

– Manter a segurança de TI: ponto comum com vários outros frameworks.

– Cumprir leis e normas: ponto importante pois é um desafio que pertence somente ao Cobit.

É isso, conforme eu for estudando em breve tem mais!